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Marcha Unificada em Brasília pede fim do projeto de Reforma Administrativa

A manhã desta quarta-feira (29) começou com luta ativa por todo o Brasil. Entidades sindicais, movimentos sociais e diversas categorias do serviço público das três esferas foram às ruas para dizer não à Reforma Administrativa. Da Fiocruz Brasília à Marcha Nacional do Serviço Público, na Esplanada dos Ministérios, a participação do sindicato foi marcada pelas falas impactantes nos carros de som, pela articulação com dirigentes sindicais e parlamentares, fazendo sua voz ser ouvida, defendendo os direitos das servidoras e servidores e mostrando força.

Luciana Lindenmeyer, diretora da Asfoc, reiterou, para centenas de pessoas, a necessidade do cumprimento dos acordos que envolvem reajustes nos benefícios, a implementação do RRA e do APH e a convocação das aprovadas e aprovados no concurso da Fiocruz. Ela também reforçou a contrariedade ao projeto que desmonta o serviço público brasileiro e prejudica diretamente a população. “Vamos defender e lutar por todas as políticas públicas para a sociedade”, ressaltou Luciana.

Junto às lideranças da Frente Parlamentar dos Serviços Públicos, articulação importante da luta do funcionalismo, a Asfoc-SN caminhou com faixas de mobilização contra a Reforma. Paulo Garrido, presidente da Asfoc-SN, caracteriza a participação como um espaço importante de troca e fundamental para o fortalecimento das lutas das categorias, que mais do que nunca, precisam estar unidas para barrar os projetos que ameaçam as estruturas públicas e a estabilidade das servidoras e servidores. “Estaremos presentes onde pudermos para marcar nosso posicionamento constante em defesa de quem está na linha de frente de instituições estratégicas. Seguimos na luta, sempre”, concluiu o presidente.

O ato público da mesma pauta também estava marcado para acontecer quarta-feira à tarde, no Rio de Janeiro, mas depois da desastrosa megaoperação policial no Complexo da Penha e no Complexo do Alemão, a atividade foi cancelada. Na fala do microfone, Luciana também fez duras críticas à política genocida de Cláudio Castro. “Isso não pode ser naturalizado. Não podemos aceitar que o governador autorize o extermínio de pessoas no Estado”, acrescentou a diretora.

A Asfoc-SN continua na luta por um futuro melhor para todas as servidoras e servidores e pela qualidade do serviço público para a população brasileira!

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