O presidente da Asfoc-SN, Paulo Garrido, esteve presente no “Seminário Regional sobre Direitos Humanos e Empresas: avanços e desafios para a América Latina”, realizado em Brasília em 9 e 10 de setembro.
O evento foi co-organizado pelo Homa – Centro de Direitos Humanos e Empresas, Instituto Lavoro, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Amigas da Terra Brasil, Justiça Global, Fundação Friedrich Ebert (FES Brasil), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), com financiamento da Global Initiative for Corporate Accountability (GICA).
A programação reuniu lideranças comunitárias, parlamentares, pesquisadores e organizações da sociedade civil para discutir o papel das empresas na garantia e na violação de direitos humanos, além de apresentar estratégias de prevenção e reparação e mecanismos de monitoramento.
Entre os destaques, ocorreu uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a importância do PL 572/2022, que propõe um marco regulatório para responsabilização empresarial no contexto da COP 30.
Para Paulo Garrido, a participação da Asfoc no encontro reforça o compromisso da entidade com a defesa de políticas públicas que promovam justiça social e proteção às populações impactadas pela atuação de grandes empresas:
“Não podemos falar de democracia e soberania sem falar da responsabilização de empresas por violações de direitos. Esse seminário é fundamental para construir uma agenda que proteja os trabalhadores, as comunidades e o meio ambiente”, destacou.
A Asfoc-SN reafirma seu papel como agente ativo na luta pela defesa da saúde pública, da ciência e dos direitos humanos, construindo alianças estratégicas e propostas para um país mais justo e sustentável.