A Asfoc-SN reafirmou sua luta na defesa do serviço público ao participar, na manhã desta terça-feira (10/02), da 2ª reunião do Fórum Nacional Convoca Já!, realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília. A presença do sindicato reforça a pressão pela convocação imediata de candidatos e candidatas aprovados no último concurso da Fiocruz.
O presidente da Asfoc, Paulo Garrido, esteve presente no evento acompanhando a mobilização. Durante a atividade, o movimento distribuiu materiais informativos que detalham o impacto direto da chegada de novos servidores e servidoras na excelência da ciência e da saúde pública brasileira.
Durante a reunião, Isabela Gusmão, representante da Comissão de aprovados, destacou em sua fala o papel vital da instituição para o país: “A Fiocruz hoje é ciência, ela é saúde. É importante para a sociedade como um todo que as pesquisas e todos esses processos sejam realizados e que ela se mantenha como uma instituição de grande relevância nacional”.
A representante enfatizou a necessidade de contemplar todo o cadastro de reserva, visto que a vacância institucional permanece alta mesmo após as primeiras convocações. Isabela também destacou o apoio fundamental da Asfoc-SN nesta jornada para transformar a demanda em realidade, fortalecendo o SUS e a pesquisa nacional.
Para a Asfoc, a recomposição do quadro funcional é uma medida urgente para garantir a continuidade de projetos estratégicos e o fortalecimento da Fiocruz, do SUS e do serviço público.
LUTA PELO RRA
Além da pauta dos concursados e concursadas, Paulo Garrido cumpre agenda intensa no Ministério da Saúde focado na implementação do RRA. Após cobranças junto à Presidência, CONJUR e o gabinete do Ministério da Saúde, o sindicato obteve a informação de que um ofício está sendo confeccionado pelo gabinete do ministro Alexandre Padilha para envio à Casa Civil.
Durante as reuniões, Garrido manifestou a insatisfação e indignação dos trabalhadores e trabalhadoras, e da direção da Asfoc com o atual cenário. Ele enfatizou que o atraso burocrático é inaceitável e disse que o não atendimento imediato do pleito levará a uma reação da categoria.
“Não vamos aceitar mais esperas. Se o acordo não for cumprido, os trabalhadores e trabalhadoras vão reagir com greve. Vamos ampliar a pressão e, se necessário, realizar uma paralisação total pelo cumprimento do que foi pactuado”, afirmou o presidente.